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domingo, 24 de abril de 2011

Intocável Magic Square

Cada visita a Inhotim é marcada por um elemento diferente e são os percursos livres pelo museu, sem uma ordem predefinida, ue garantem essa diferença. Na visita com a turma, passamos grande parte do tempo observando a obra do artista escolhido. Nosso grupo optou pela obra Penetrável Magic Square, de Helio Oiticica, composta por nove paredes em alvenaria, tinta acrílica, tela de arame, cobertura com estrutura de metal e vidro e chão com pedras.



    
O rompimento da barreira entre o público e a obra característico de Oiticica deixou a desejar: apesar de o artista ter proposto uma apreciação super sensorial de sua arte, não pudemos nem tocar nas paredes. Na minha opinião, essa restrição do museu diminuiu em muito os prazeres que essa experiência com a obra poderia nos proporcionar.

domingo, 10 de abril de 2011

Inhotim: artistas

  Na próxima quinta, 14, faremos uma visita ao Museu de Arte Contemporânea de Inhotim. Nos foi proposto que pesquisássemos os artistas que têm obras em exposição e escolhêssemos um, para focarmos nossa atenção e visitar as obras no museu - já que um dia não é suficiente para visitar todas as exposições.
  Fiz minha pesquisa com base nas obras de cada artista, e tive dois preferidos: Helio Oiticica e Janine Antoni. Não consegui escolher entre um deles, hahaha. Espero que até quinta eu - e meu grupo - tenhamos escolhido. 


Hélio Oiticica

Penetrável Magic Square

   Oiticica, ao definir seu papel nas artes plásticas brasileiras, começou a conceituar uma nova forma de trabalhar, fazendo uso de maneiras que rompiam com a idéia de contemplação estática da tela. Surgiu aí uma proposta da apreciação sensorial mais ampla da obra, através do tato, do olfato, da audição e do paladar.
  A obra Penetrável Magic Square foi feita a partir das maquetes chamadas de proposições ambientais, obras que o artista começou a criar em 1960 e que só poderiam ser construídas em espaços abertos.  Magic Square é composta denove paredes em alvenaria, tinta acrílica, tela de arame e cobertura com estrutura de metal e vidro.


Janine Antoni

  Swoon

  Janine Antoni afirma que sua obra não tem significado em si mesma enquanto objeto ou ação. Para a artista, o que atribui sentido a seus trabalhos são as relações criadas durante os processos e os percursos, seja em suas performances, instalações ou esculturas. Em Swoon, esta característica fica explícita. Na instalação composta por três ambientes, a entrada do espectador se dá por uma sala onde se vê o lado externo de uma parede cenográfica e se ouve uma forte respiração. Ao investigar o espaço, o espectador é jogado para o centro da cena, um ambiente teatral onde se encontra a projeção semicoberta de um casal de bailarinos em ação. Espelhos duplicam a cena e fazem incorporar a presença do visitante ao espetáculo. Por fim, atrás do último jogo de cortinas, revela-se o processo de construção da imagem no espaço, ao som da música de Tchaikovsky (1840-1893), do grand finale do famoso "O Lago dos Cisnes"(1875-1876). Na produção de Janine Antoni, o corpo está sempre presente: seja diretamente, através das performances; indicialmente, quando a artista utiliza-o como instrumento para construção da obra; ou indiretamente, quando os traços do corpo da artista desaparecem e a obra aciona o corpo do espectador. Em Swoon (1997), a relação entre os bailarinos, bem como aquela entre artista, espaço e público, mostra que sempre há algo mais prestes a ser descoberto e revelado. 



To Draw a Line


180 kg de fribra crua de cânhamo
36 m de corda de cânhamo feita à mão
360 m de corda de cânhamo feita à máquina
2 carretéis de aço recliclado
140 lingotes com peso total de 6 t
2 rampas de aço com inclinação de 20%
4 calços de aço laminados
Borracha



fontes: educacao.uol.com.br/biografias e inhotim.org.br 

domingo, 27 de março de 2011

Conjunto Arquitetônico da Pampulha

Na última segunda, 21, visitamos a Pampulha. O conjunto tornou-se marco na arquitetura moderna de todo o mundo e era grande meu interesse em entendê-lo melhor. O modo com que Niemeyer trabalhou com o volume e as linhas curvas e retas e a maneira com que as obras se relacionam com a paisagem, fazendo dela uma moldura natural, me impressionou!  Apesar disso, achei que o complexo como um todo pecou pela falta de função social.



As obras foram projetadas como um conjunto, mas funcionam muito bem sozinhas. Visitamos  O Cassino (foto) e a Casa do Baile, agora transformados em museus.