domingo, 10 de abril de 2011

Inhotim: artistas

  Na próxima quinta, 14, faremos uma visita ao Museu de Arte Contemporânea de Inhotim. Nos foi proposto que pesquisássemos os artistas que têm obras em exposição e escolhêssemos um, para focarmos nossa atenção e visitar as obras no museu - já que um dia não é suficiente para visitar todas as exposições.
  Fiz minha pesquisa com base nas obras de cada artista, e tive dois preferidos: Helio Oiticica e Janine Antoni. Não consegui escolher entre um deles, hahaha. Espero que até quinta eu - e meu grupo - tenhamos escolhido. 


Hélio Oiticica

Penetrável Magic Square

   Oiticica, ao definir seu papel nas artes plásticas brasileiras, começou a conceituar uma nova forma de trabalhar, fazendo uso de maneiras que rompiam com a idéia de contemplação estática da tela. Surgiu aí uma proposta da apreciação sensorial mais ampla da obra, através do tato, do olfato, da audição e do paladar.
  A obra Penetrável Magic Square foi feita a partir das maquetes chamadas de proposições ambientais, obras que o artista começou a criar em 1960 e que só poderiam ser construídas em espaços abertos.  Magic Square é composta denove paredes em alvenaria, tinta acrílica, tela de arame e cobertura com estrutura de metal e vidro.


Janine Antoni

  Swoon

  Janine Antoni afirma que sua obra não tem significado em si mesma enquanto objeto ou ação. Para a artista, o que atribui sentido a seus trabalhos são as relações criadas durante os processos e os percursos, seja em suas performances, instalações ou esculturas. Em Swoon, esta característica fica explícita. Na instalação composta por três ambientes, a entrada do espectador se dá por uma sala onde se vê o lado externo de uma parede cenográfica e se ouve uma forte respiração. Ao investigar o espaço, o espectador é jogado para o centro da cena, um ambiente teatral onde se encontra a projeção semicoberta de um casal de bailarinos em ação. Espelhos duplicam a cena e fazem incorporar a presença do visitante ao espetáculo. Por fim, atrás do último jogo de cortinas, revela-se o processo de construção da imagem no espaço, ao som da música de Tchaikovsky (1840-1893), do grand finale do famoso "O Lago dos Cisnes"(1875-1876). Na produção de Janine Antoni, o corpo está sempre presente: seja diretamente, através das performances; indicialmente, quando a artista utiliza-o como instrumento para construção da obra; ou indiretamente, quando os traços do corpo da artista desaparecem e a obra aciona o corpo do espectador. Em Swoon (1997), a relação entre os bailarinos, bem como aquela entre artista, espaço e público, mostra que sempre há algo mais prestes a ser descoberto e revelado. 



To Draw a Line


180 kg de fribra crua de cânhamo
36 m de corda de cânhamo feita à mão
360 m de corda de cânhamo feita à máquina
2 carretéis de aço recliclado
140 lingotes com peso total de 6 t
2 rampas de aço com inclinação de 20%
4 calços de aço laminados
Borracha



fontes: educacao.uol.com.br/biografias e inhotim.org.br 

Nenhum comentário:

Postar um comentário