Seguindo as orientações dos professores, fiz algumas pesquisas sobre arquitetura e interatividade. Abaixo estão listados alguns dos itens que mais me chamaram atenção, seja porque tinham a ver com alguma das nossas ideias para a intervenção ou porque são legais mesmo, hahaha!
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domingo, 1 de maio de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Estratégias de Apropriação do Espaço: Flash Mob?
fonte: benettoncomunicacao.blogspot.com
Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade.
No Brasil, a onda de Flash Mob começou em São Paulo e não demorou muito até que ela se espalhasse pelo resto do país. Apesar disso, acho que esse tipo de intervenção não chegou em Bichinho ainda. Quem sabe nesse fim de semana a gente não intervém com essa proposta de mobilizar a população?! hahahaha
Estratégias de Apropriação do Espaço: Flâneur?
O flâneur, segundo Baudelaire, é a pessoa que passeia sem compromisso e sem pressa pela grande cidade, registra tudo que vê, interessa-se por tudo que cruza seu caminho, entra em ruas desconhecidas, espia a vida alheia, envolve-se de maneira indireta com o que acontece à sua volta. Já foi definido como o primeiro grande personagem moderno e urbano, típico das grandes cidades. Apesar de ser sido “fotografado” por um poeta, é um personagem do mundo do Romance, da narrativa em prosa em que ação, descrição, diálogo e digressão autoral se fundiram para criar o grande gênero literário urbano na segunda metade do século 19.
fonte: http://mundofantasmo.blogspot.com/
Estratégias de Apropriação do Espaço: Teoria da Deriva?
Fundada em 1957 em uma pequena aldeia italiana, Internacional Situacionista foi uma organização revolucionária de cunho essencialmente europeu. Os membors dessa organização eram contra o capitalismo e defendiam não só o fim do mercado como também do Estado, e eram adeptos a autogestão generalizada. O ambiente europeu era propício para esse tipo de reação revolucionária, com países de capitalismo avançado no período posterior à Segunda Guerra Mundial, e historicamente marcados. A Europa é o berço da civilização ocidental, e influências advindas da América do Norte ocasionaram mudanças até mesmo nos hábitos tradicionais europeus. O peso da História, nessa hora, era menor que as políticas norte-americanas de reconstrução dos países afetados na última grande guerra. Com a política de reconstrução, os europeus conheceram também o american way of life e a necessidade de velocidade para reprodução do capital.
O capitalismo avançado revelou as contradições sociais a ele inerentes, e s membros da Internacional Situacionista não se basearam na alienação descrita por Marx apenas no âmbito econômico para criticá-lo. A negação do capitalismo aqui não se deu no aspecto da esquerda tradicional a qual todos estavam acostumados. A I. S. preocupou-se em atacar a alienação moderna, colocando não só a economia, mas também o progresso, a democracia e a cultura modernos como sinônimos do capitalismo.
A crítica se dá aos mecanismos apropriados pelo capitalismo para garantir as mudanças necessárias à sua reprodução ampliada, sem que nada mude expressivamente. A esses mecanismos e à alienação moderna completa Guy Debord (o nome mais conhecido entre os membros da I.S.) dá o nome de espetáculo. O capitalismo enquanto conjunto e modo de vida levado pelo homem moderno, que não mais tem o domínio da sua própria vida.
A vida urbana do fim dos anos 50 foi criticada à medida que um Urbanismo Unitário foi proposto. Essa era uma das preocupações centrais da I.S.: um programa, uma proposta de novo urbanismo, crítico ao funcionalismo utilitário da vanguarda artística e arquitetônica da época.
Assim como as situações construídas, o Urbanismo Unitário parte da paisagem urbana atual. Constrói-se a partir daquilo já existente, descobrindo nos meandros da cidade novos usos. Na realidade, o U.U. seria o construto de uma nova situação urbana, de âmbito geral. O método utilizado para reconhecer o conteúdo lúdico da cidade (alusão ao jogo correspondente às situações construídas também) é a Teoria da Deriva.
“Deriva: Modo de comportamento experimental ligado às condições da sociedade urbana; técnica da passagem brusca através de ambientes variados. Emprega-se também, mais particularmente, para designar a duração de um exercício contínuo desta experiência."
fonte: antivalor.atspace.com/is/hermann.htm
Estratégias de Apropriação do Espaço: Parkour?
fonte: getty images
Parkour é uma disciplina física de origem francesa, em que o participante sobrepõe obstáculos de modo mais rápido e direto possível, utilizando-se de diversas técnicas como saltos, rolamentos e escaladas.É, basicamente, o método natural de treinar o corpo para se tornar capaz de se mover adiante com agilidade, fazendo uso dos obstaculos que estão a nossa volta o tempo todo. Umas das filosofias da prática é a de que a mesma não necessita de nenhuma estrutura ou acessórios, seu corpo é sua única ferramenta.
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