quarta-feira, 30 de março de 2011

PROCURA-SE



fonte: jacob9982.tumblr.com/

Procura-se alguém com bom coração que me ensine a mexer no Stitcher! HAHAHA

domingo, 27 de março de 2011

Estratégias de Apropriação do Espaço: Flash Mob?

     fonte: benettoncomunicacao.blogspot.com

      Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade.
     No Brasil, a onda de Flash Mob começou em São Paulo e não demorou muito até que ela se espalhasse pelo resto do país. Apesar disso, acho que esse tipo de intervenção não chegou em Bichinho ainda. Quem sabe nesse fim de semana a gente não intervém com essa proposta de mobilizar a população?! hahahaha

Estratégias de Apropriação do Espaço: Flâneur?

O flâneur, segundo Baudelaire, é a pessoa que passeia sem compromisso e sem pressa pela grande cidade, registra tudo que vê, interessa-se por tudo que cruza seu caminho, entra em ruas desconhecidas, espia a vida alheia, envolve-se de maneira indireta com o que acontece à sua volta. Já foi definido como o primeiro grande personagem moderno e urbano, típico das grandes cidades. Apesar de ser sido “fotografado” por um poeta, é um personagem do mundo do Romance, da narrativa em prosa em que ação, descrição, diálogo e digressão autoral se fundiram para criar o grande gênero literário urbano na segunda metade do século 19.

fonte: http://mundofantasmo.blogspot.com/

Estratégias de Apropriação do Espaço: Teoria da Deriva?

   Fundada em 1957 em uma pequena aldeia italiana, Internacional Situacionista foi uma organização revolucionária de cunho essencialmente europeu. Os membors dessa organização eram contra o capitalismo e defendiam não só o fim do mercado como também do Estado, e eram adeptos a autogestão generalizada. O ambiente europeu era propício para esse tipo de reação revolucionária, com países de capitalismo avançado no período  posterior à Segunda Guerra Mundial, e historicamente marcados. A Europa é o berço da civilização ocidental, e influências advindas da América do Norte ocasionaram mudanças até mesmo nos hábitos tradicionais europeus. O peso da História, nessa hora, era menor que as políticas norte-americanas de reconstrução dos países afetados na última grande guerra. Com a política de reconstrução, os europeus conheceram também o american way of life e a necessidade de velocidade para reprodução do capital.
   O capitalismo avançado revelou as contradições sociais a ele inerentes, e s membros da Internacional Situacionista não se basearam na alienação descrita por Marx apenas no âmbito econômico para criticá-lo. A negação do capitalismo aqui não se deu no aspecto da esquerda tradicional a qual todos estavam acostumados. A I. S. preocupou-se em atacar a alienação moderna, colocando não só a economia, mas também o progresso, a democracia e a cultura modernos como sinônimos do capitalismo.  
   A crítica se dá aos mecanismos apropriados pelo capitalismo para garantir as mudanças necessárias à sua reprodução ampliada, sem que nada mude expressivamente.  A esses mecanismos e à alienação moderna completa Guy Debord (o nome mais conhecido entre os membros da I.S.) dá o nome de espetáculo. O capitalismo enquanto conjunto e modo de vida levado pelo homem moderno, que não mais tem o domínio da sua própria vida. 
   A vida urbana do fim dos anos 50 foi criticada à medida que um Urbanismo Unitário foi proposto. Essa era uma das preocupações centrais da I.S.: um programa, uma proposta de novo urbanismo, crítico ao funcionalismo utilitário da vanguarda artística e arquitetônica da época.
   Assim como as situações construídas, o Urbanismo Unitário parte da paisagem urbana atual. Constrói-se a partir daquilo já existente, descobrindo nos meandros da cidade novos usos. Na realidade, o U.U. seria o construto de uma nova situação urbana, de âmbito geral. O método utilizado para reconhecer o conteúdo lúdico da cidade (alusão ao jogo correspondente às situações construídas também) é a Teoria da Deriva.
      “Deriva: Modo de comportamento experimental ligado às condições da sociedade urbana; técnica da passagem brusca através de ambientes variados. Emprega-se também, mais particularmente, para designar a duração de um exercício contínuo desta experiência."

fonte: antivalor.atspace.com/is/hermann.htm 

Estratégias de Apropriação do Espaço: Parkour?

fonte: getty images


Parkour é uma disciplina física de origem francesa, em que o participante sobrepõe obstáculos de modo mais rápido e direto possível, utilizando-se de diversas técnicas como saltos, rolamentos e escaladas.É, basicamente, o método natural de treinar o corpo para se tornar capaz de se mover adiante com agilidade, fazendo uso dos obstaculos que estão a nossa volta o tempo todo. Umas das filosofias da prática é a de que a mesma não necessita de nenhuma estrutura ou acessórios, seu corpo é sua única ferramenta.



Conjunto Arquitetônico da Pampulha

Na última segunda, 21, visitamos a Pampulha. O conjunto tornou-se marco na arquitetura moderna de todo o mundo e era grande meu interesse em entendê-lo melhor. O modo com que Niemeyer trabalhou com o volume e as linhas curvas e retas e a maneira com que as obras se relacionam com a paisagem, fazendo dela uma moldura natural, me impressionou!  Apesar disso, achei que o complexo como um todo pecou pela falta de função social.



As obras foram projetadas como um conjunto, mas funcionam muito bem sozinhas. Visitamos  O Cassino (foto) e a Casa do Baile, agora transformados em museus.


terça-feira, 22 de março de 2011

Vanessa: a evolução (ou não!)

     

Vanessa, como gosta de lembrar, vem de longe. Ainda de mais longe, vêm suas feições. Seus traços, marcantes e incomuns, lembram-me cidadãos indianos. Por isso, escolhi colocar essa foto que tiramos na própria aula num fundo com motivos indianos. Escolhi um colorido que, assim como Vanessa, transmite energia e vivacidade.


Após avaliar as considerações feitas pelos professores, editei novamente a foto. Resolvi mudar o fundo por achar que esse segundo se encaixa melhor na proposta; centralizei a foto e tentei fazer os cortes da maneira correta. Porém, a foto não estava ajudando muito e, por isso, resolvi tirar outra.
 

Seguindo a ideia do fundo com motivos indianos, escolhi esse azul. Fiz algumas edições no contraste e cor da foto. Como ela estava um pouco desfocada, usei a ferramenta manual de nitidez para torná-la nítida.




Nessa nova edição, mudei o corte, escureci o fundo e usei a ferramenta burn para fazer uma sombra ao redor da Vanessa. Além disso, editei novamente o contraste, o brilho e as cores, além de usar um filtro de nitidez para que a edição ficasse mais homogênea.


Ainda não ficou do jeito que eu gostaria, mas acho que é o melhor que consigo.
E, Vanessa, espero que você não tenha odiado demais! hahahahaha